terça-feira, 30 de agosto de 2011

Navio de luxo é lançado com dez opções de alta gastronomia a bordo

Para quem gosta de alta gastronomia e, mais que isso, fazer cruzeiros marítimos por destinos internacionais, principalmente na Europa, um novo navio com o perfil e jeito dos turistas brasileiros entrará em operação. Em 24 de abril do próximo ano, o Riviera, da companhia Oceania Cruises, representada no Brasil pela Qualitours Cruises & Tours, fará sua viagem inaugural.
O roteiro inicial, com itinerário denominado Ancient Grandeur, terá 12 dias de duração com embarque em Atenas, na Grécia, e escalas em Alexandria e Port Said, Haifa e Ashdod (Jerusalém), Antalya, Rhodes, Patmos e Kusadasi (Ephesus) e Istambul.
 
O refinado navio tem como um de seus grandes destaques a gastronomia de primeira linha oferecida em dez ambientes diferentes e para todos os gostos. Quem busca uma viagem regada a sabores diversos, uma opção é o exclusivíssimo Privée, com menu de sete pratos e espaço para apenas dez passageiros por noite, o que garante sofisticação e atendimento exclusivo e personalizado. O local é sinônimo de luxo, com decoração exclusiva nos tons branco e vermelho e uma mesa oval, iluminada pela luz da lua e com vista para o mar.
 
O La Reserve by Wine Spectator apresenta-se como um centro de degustação de vinhos a bordo e oferece aos gourmands a oportunidade de assistir uma série de seminários para aguçar ainda mais a apreciação pela bebida bem como sua harmonização. Durante o dia é possível conhecer vinhos regionais selecionados pelo sommelier, enquanto à noite o ambiente se torna mais exclusivo, comportando apenas 24 passageiros em uma experiência gastronômica personalizada acompanhada de vinhos premium.

Há ainda seis opções gourmet-open seating, também de cozinha internacional: The Grand Dining Room, suntuoso restaurante cinco estrelas decorado em madeira com tons de creme e dourado e atendimento impecável, que serve pratos com inspiração na Europa Continental em menus alterados diariamente; Jacques, o primeiro assinado pelo chef Jacques Pépin dentro de um navio, cuja mobília lembra um clássico bistrô parisiense, assim como sua culinária; Red Ginger, que tem especialidade asiática e decoração baseada no continente, com três coloridas cabeças de Buddha; Polo Grill, uma steakhouse clássica com cortes premium em um ambiente com mobília em madeira escura, toalhas na cor branca e cadeiras em couro; Toscana, baseado em Toscana e nas tradições das famílias do destino italiano, conta com receitas originárias de avôs e avós do staff do navio e sommeliers com profundo conhecimento nas características das vinícolas locais; e Terrace Café, cuja il uminação natural estimula o apetite para cafés da manhã de dar água na boca e almoço com menu internacional em que o passageiro pode optar por fazer as refeições em espaço interno ou ao ar livre.
 
Os passageiros também podem desfrutar das iguarias do informal Waves, em área aberta, próximo à piscina, destinado a refeições casuais, enquanto aproveita o sol ou durante intervalos de pequenas excursões. Apesar da atmosfera informal, o menu e o cuidado no preparo refletem a mesma atenção ao detalhe que os demais restaurantes. Entre as opções estão hambúrgueres gourmet, grelhados e frutos do mar, além de uma série de sobremesas refrescantes e milkshakes.
 
E para finalizar a seleção de ambientes, o Riviera oferece diariamente, às 16h, um completo Chá da tarde que contempla sanduíches leves, coloridos petit fours e sobremesas, além de, como não poderia faltar, uma seleção de chás.
 
No navio ainda são oferecidas palestras de especialistas, um estúdio de culinária (Bon Appétit Culinary Center) com aulas práticas, degustações premium de vinhos, uísques, champagnes, queijos e chocolates, cinema, aulas sobre programas de informática e fotografia, o Artist Loft, no qual artistas apresentam orientação prática para atividades como aquarela, artesanatos e artes diversas, e, ainda, nove bares e lounges.
 
Estrutura- O Riviera segue o refinamento e estilo de elegância sem formalidades que a Oceania Cruises oferece. Suas suítes mais luxuosas apresentam atmosfera residencial, com projeto da Ralph Lauren Home Collection e detalhes em couro, cashmere, camurça, seda, mogno, imbuia, painéis Georgianos, mosaicos de pedra calcária e granito e serviço de mordomia. Todas as cabines contam com as exclusivas Tranquility Beds, minibar sempre abastecido com refrigerantes e água mineral (consumo sem custo adicional), banheiro com banheira, room service 24 horas, roupões, chinelos, produtos de higiene das marcas L’Occitane e Bulgari, secador de cabelos, TV LCD de tela plana, cofre privativo, telefone com discagem direta via satélite e, nas categorias Suites e Veranda, laptops com wi-fi.
Apesar de ser de médio porte, o Riviera tem 65 mil toneladas, recebendo até 1.258 passageiros em 629 cabines duplas, sendo 96% delas com varandas privativas. E, para um atendimento de qualidade, contará com 800 tripulantes à disposição, ou seja, um para cada 1,6 passageiros.
 
O navio, bem como o Marina, seu irmão-gêmeo, conta com biblioteca com mais de 2 mil livros e jornais, orquestra, quarteto de cordas, guitarrista flamenco, noites de jazz, discoteca, karaokê, cassino no estilo Monte Carlo, musicais e apresentações no molde cabaré, piscina aquecida, três jacuzzis e o Canyon Ranch Spa Club, com massagens, aromaterapia, tratamentos de pele, deque privativo com camas balinesas, fitness com equipamentos de última geração, talassoterapia, ioga, pilates, personal trainer, nutrição e demonstrações de cozinha saudável.
 
Riviera.: início de operações em abril de 2012, tonelagem de 65 mil , 240 metros de comprimento, 11 deques para hóspedes, 10 opções gastronômicas, 09 bares e lounges, 110 e 220 de voltagem, com capacidade de 1.258 passageiros, 800 tripulantes, com 1,6 tripulante por passageiro.
 
Qualitours Cruises & Tours- Fundada por Ilya Hirsch em 1990, especializou-se em viagens de cruzeiros marítimos e fluviais. Atualmente oferece roteiros realizados por mais de 40 navios em todos os continentes, incluindo volta ao mundo. A empresa tem sede em São Paulo (Avenida General Olímpio da Silveira, 655 – 8º andar – conjunto 82 – telefone (11) 2175-7703 – reservas@qualitours.com.br) e no Rio de Janeiro, Rua da Quitanda, 19 – sala 1.208 – Centro do Rio de Janeiro, telefone (21 )3095-1080 – qualitours.rj@qualitours.com.br). | http://www.cruzeirosmaritimos.com.br/.
 
Oceania Cruises-A companhia de cruzeiros é conhecida por oferecer alta gastronomia, acomodações luxuosas e serviço personalizado. Seus itinerários passam por mais de 330 portos na Europa, Austrália, Nova Zelândia, Ásia e Américas em seus navios Regatta, Insignia e Nautica. Em janeiro de 2011, o Marina começou a navegar. Em abril de 2012 será a vez de seu irmão-gêmeo Riviera. 

Fonte: Portal Fator Brasil

Sommeliers de cerveja surgem com a multiplicação de rótulos no mercado

A exemplo do que aconteceu com o vinho, degustação da bebida está virando um negócio sério. Na capital paulista, já existem cursos especializados

Encher uma tulipa com um rótulo de primeira linha, caprichando para encontrar a medida certa do colarinho. Depois, observar a coloração, a espessura e a formação de bolhas no centro do copo. Em seguida, sorver vagorosamente o líquido, anotando mentalmente os aromas e sabores que compõem a bebida. No final, repetir a dose com outra garrafa, podendo dizer que o ritual faz parte de mais um dia de trabalho duro. Essa rotina, que é um sonho para muita gente, está virando o ganha-pão de vários paulistanos.

A exemplo do que ocorreu há tempos com os especialistas em classificação de vinhos, o ofício de degustação de cerveja está virando um negócio sério. Na capital paulista, já existem dois cursos especializados na formação de beer sommeliers (o nome oficial da função) e um mercado de trabalho em expansão.

Há hoje na cidade cerca de 300 profissionais atuando nesse ramo. Eles montam a carta de cervejas de bares e restaurantes, dão dicas aos clientes sobre as variedades e opções de harmonização com pratos, cuidam dos estoques da casa e varrem o mercado em busca de novidades.

“Quase todos os dias experimento algo novo”, diz Paulo Almeida, beer sommelier e proprietário do Empório Alto dos Pinheiros, estabelecimento na Zona Oeste com cerca de 400 opções do produto. Bares e restaurantes não são os únicos campos de trabalho para eles. Diplomado no ano passado nesse ofício pelo Senac, o empresário Gilberto Tarantino procurou a especialização para melhorar seu trabalho na importadora que leva seu nome. “Aumentei minhas compras em 600% nos últimos dois anos e decidi me aprofundar no assunto”, conta.

Os craques podem embolsar 3.000 reais por mês de salário. Está longe de representar uma remuneração milionária, é verdade, mas é suficiente para animar mais gente a migrar para esse setor. Foi o caso de André Cancegliero, que largou uma carreira de dez anos em bancos para abraçar essa causa etílica. Sua especialidade atual é a organização de eventos como a feira de expositores do setor batizada de Beer Experience, prevista para o sábado (20) no Centro de Convenções Frei Caneca. “Estou hoje realizado com o que faço”, exulta ele.

Os profissionais afirmam que o serviço, apesar das aparências, tem lá suas dificuldades, como a luta para que a bebida não repercuta em gordurinhas a mais na silhueta (veja o quadro abaixo). Outro problema é a falta de regulamentação. “Não somos ainda reconhecidos oficialmente como categoria”, diz Cilene Saorin, presidente da Associação Brasileira dos Profissionais em Cerveja e Malte.

Apesar disso, o curso para a formação de degustadores da Associação Brasileira de Sommeliers de São Paulo (ABS-SP), que existe há um ano, vai muito bem, obrigado. Cerca de 200 estudantes já saíram de lá diplomados. “Para a próxima turma, temos até lista de espera”, afirma a beer sommelière Kathia Zanatta, que se divide nas aulas com o mestre cervejeiro Alfredo Ferreira. Uma das alunas é Flávia Paiola, subgerente do Bierboxx, na Vila Madalena. “Temos mais de 200 variedades da bebida no bar. Sempre preciso ajudar os clientes com os pedidos”, diz ela. “Muitos especialistas em vinho também nos procuram”, revela Estácio Rodrigues, coordenador do curso da ABS-SP.

Nessa onda, Tiago Locatelli, da churrascaria Varanda — eleito no ano passado o melhor sommelier pelo júri da edição “Comer e Beber” de VEJA SÃO PAULO —, garantiu recentemente seu diploma. “A clientela está experimentando minhas sugestões e gostando”, orgulha-se ele, que montou uma carta de trinta marcas especiais para o restaurante.

Fonte: Veja São Paulo

Turismo sob medida: agência organiza roteiros de luxo focados em arte, design, moda, gastronomia, noite e bem estar

Uma das maiores dificuldades, ao escolher um destino de viagem ainda inexplorado, é saber exatamente o que fazer quando chegar lá. Afinal, qual é o restaurante mais bacana de uma cidade exótica como Luang Prabang, no Laos? Ou o melhor spa de Istambul, na Turquia? Ou a casa noturna mais badalada de Nova Deli, na Índia?

Como os guias de viagem não são atualizados com frequência, a saída é procurar informações em blogs especializados e sites de turismo. Mas o viajante com menos tempo – e que não quer se preocupar se o hotel escolhido é mesmo tão bacana quanto mostra o site – pode comprar um “pacote completo” em agências especializadas. A Teresa Perez Tours (www.teresaperez.com.br) foi uma das pioneiras em turismo de luxo sob medida no país. Agora, a B360 (www.b360travel.com), subdivisão da Student Travel Bureau (STB), também oferece pacotes personalizados focados em arte, design, moda, gastronomia, noite e bem estar.

Há viagens para a Tailândia que incluem drinks no Sirocco, o melhor restaurante de Bangcoc, com vista para a cidade inteira, além de visitas a aldeias tribais das mulheres-girafa, no norte do país (pacotes de dez dias a partir de US$ 7.050 por pessoa). Na Jordânia, o passeio inclui atividades diferentes de imersão como um dia de relax em um spa de luxo e uma noite em um acampamento beduíno, no meio do deserto de Wadi Rum (pacotes de oito dias a partir de US$ 2.850 por pessoa). Outro diferencial é que, ao contrário das agências mais tradicionais, as viagens são individuais, e não em grupos.

Fonte: Marie Claire






Milho quebrado usado para alimentar galinhas nos quintais agora é gourmet

Conhecido como quirera, xerém ou canjiquinha, ingrediente sai dos terreiros para a alta gastronomia
No festim realizado no no último fim de semana na Pousada Villa Paolucci, como parte da programação de jantares do 14º Festival de Cultura e Gastronomia (encerrado no domingo, dia 29/08), o chef Alex Atala serviu uma receita já clássica do seu repertório, o fettuccine de palmito com pó de pipoca. A descrição do prato induz o comensal ao erro. O macarrão não é macarrão, é pupunha cortada em tiras bem finas. A pipoca também não é aquela tradicional, indispensável durante as sessões de cinema, embora tenha o mesmo sabor do piruá. Para obter o pó fininho, o chef e sua equipe põem uma porção de canjiquinha numa peneira de aço, mergulham-na em óleo bem quente e a deixam pipocar e ficar bem torradinha. O passo seguinte é espalhar os grãos sobre papel absorvente e deixar esfriar. Depois, é usado um processador para transformá-los no pó que, antes de ir para o prato, passa por peneira fina.

Usada tradicionalmente na composição de rações animais e na fermentação de cerveja, a canjiquinha, conhecida como xerém no Nordeste do país, encontra definição no dicionário Aurélio sob o nome pelo qual é chamada no Sul, quirera: “Milho quebrado que se dá aos pintos e pássaros”. De ingrediente barato consumido por escravos e tropeiros, ela ganhou, primeiro, a mesa familiar, e agora é destaque na alta gastronomia. Faz parte do cardápio de vários bons restaurantes espalhados pelo Brasil e foi servida em outros banquetes do festival.

A canjiquinha também entrou no menu dos gêmeos Fernando e Juliano Basile, do Restaurante Le Gourmet Bistrô, em Gonçalves/MG, no sábado. Com caldo de legumes e vinho branco, os irmãos a prepararam como se fosse arroz arbóreo, finalizando o prato com manteiga e queijo canastra (receita nesta página). Os comentários ouvidos depois do jantar apontavam a guarnição, que chegou à mesa acompanhando um carrezinho de leitão de leite, como uma das melhores receitas apresentadas pelos jovens chefs. Na mesma noite, Rodrigo Oliveira, do Restaurante Mocotó (São Paulo), acompanhou um rocambole de galinha com uma polenta de canjiquinha que também foi muito elogiada.

No festim comandado por Ariani Malouf, do Restaurante Mahalo (Cuiabá), na última sexta-feira, dia 26/08,foi servido um petisco doce típico da sua região, o piché, feito com quirera de milho branco. O grão é torrado, misturado com açúcar, canela, sal e amendoim torrado, socado no pilão e servido em conezinhos de papel. “A canjiquinha é um ingrediente que pretendo explorar mais”, diz a chef mato-grossense, que costuma servir, como aperitivo, morangos recheados com chantilly de pó de quirera muito apreciados.

Carré de leitão de leite glaçado com geleia de cachaça
Chefs Fernando e Juliano Basile Le Gourmet Bistrô, Gonçalves/MG

Ingredientes para 2 porções
  • Carré: 200g de carrê de leitão novo;
  • 200ml de geleia de cachaça;
  • 50ml de cachaça e sal e pimenta a gosto.
  • Risoto de quirera: 100g de quirera;
  • 1l de caldo de legumes; 20g de manteiga;
  • 100g de queijo canastra;
  • 80ml de vinho branco e sal a gosto.
REFOGADO: folhas de beterraba orgânica, alho, cebola e bacon a gosto.

Modo de fazer:

• CARRÉ: temperar a carne e embalar em um saco a vácuo. Cozinhar em baixa temperatura por 30 minutos (os Basiles mantêm a temperatura em 62 graus durante todo o cozimento). Levar a geleia com a cachaça, temperada com sal e pimenta, ao fogo médio e deixar reduzir em um terço.

• Risoto de quirera: leve a manteiga ao fogo numa panela. Assim que ela derreter, acrescente a quirera e dê uma “caramelada” nos grãos. Tempere com um pouco de sal e acrescente o vinho branco. Quando secar, acrescente o caldo, pouco a pouco, até o ponto de risoto italiano. Finalize com a manteiga e o queijo canastra.

Refogado: doure o bacon, o alho e a cebola e refogue rapidamente as folhas, para que elas mantenham a textura.

MONTAGEM: numa frigideira, glace o carré com a geleia de cachaça. Ponha metade do risoto num prato, seguido por metade das folhas refogadas e com o carré por cima.

Fonte - Divirta-se - Jornal Estado de Minas - Sílvia Laporte


segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Bares e restaurantes ganham selo de sustentabilidade


São Paulo - O uso de alimentos orgânicos, ingredientes frescos e sazonais e o consumo consciente, são ações que pesam cada vez mais na escolha de um restaurante. O selo “Restaurante Sustentável" foi criado para assegurar que o estabelecimento está comprometido com esses valores. Para isso, os bares e restaurantes passam por análises sobre questões sociais, econômicas e ambientais.

O projeto foi elaborado a partir da concepção do desenvolvimento contínuo e baseia-se em pequenas ações sustentáveis que servem de pré-requisito para a obtenção do selo. Entre as ações está a redução da emissão de CO2, coleta seletiva e a diminuição do consumo de água, gás e energia elétrica.

Se o estabelecimento já adota ações sustentáveis, o selo pode ser adquirido mediante avaliação de auditores. Caso não pratique, o selo poderá ser adquirido após uma consultoria, em que serão analisados diversos fatores pré-estabelecidos e, novos planos de ações serão criados, que apresentem soluções imediatas e de longo prazo. Essas ações trazem resultados como redução de custos, otimização de recursos e atuação mais responsável.
Desde junho de 2011, a Oficina Ambiental e o Chez Croque Gastronomia são parceiros nessa iniciativa, trabalhando em conjunto para divulgar e incentivar a sustentabilidade na gastronomia, através da comercialização do selo.
Muitos restaurantes, como o Le Manjue Bistrô e o Brasil a Gosto, que já têm na proposta de seus negócios o cuidado com a sustentabilidade, já aderiram ao selo, que tem duração de um ano, podendo ser renovado na avaliação final.

Portar esse selo faz com que as empresas tenham um comportamento socioambiental, com resultados positivos para o meio ambiente, sem perder o viés lucrativo do negócio.

Fonte: Texto publicado no site Consumidor Moderno - Informações Ciclo Vivo





sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Nestlé leva formação e gastronomia para o Mercado Central de Belo Horizonte



Um dos pontos de encontro mais tradicionais de Minas Gerais abriga agora uma Cozinha Escola. Espaço terá programação gratuita para a população

A Nestlé Brasil, em parceria com o Mercado Central de Belo Horizonte, inaugurou no local a Cozinha Escola, um projeto que proporcionará uma rica troca de experiências em aulas gratuitas para a população. Instalada no mezanino do Mercado, o novo espaço poderá ser utilizado por profissionais do segmento de foodservice (alimentação fora do lar), donas de casa e frequentadores do local, que chegam a 10 milhões ao ano.

O projeto está alinhado ao conceito de Criação de Valor Compartilhado – plataforma mundial de responsabilidade social da Nestlé, que visa aliar o desenvolvimento sustentável do negócio à geração de valor para as comunidades onde a empresa está presente.

A gestão da Cozinha Escola está sob a responsabilidade de Eduardo Maya, gastrônomo, idealizador do Comida di Buteco e um dos fundadores da Conspiração Gastronômica, uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público que divulga e preserva a cultura da culinária mineira.

Sob a assinatura de Marcelo Rosembaum, o projeto da Cozinha preservou as características arquitetônicas do Mercado, fundado em 1929, sem deixar de imprimir um aspecto contemporâneo, proporcionado pela malha de bambus entremeada com vidros temperados. A estrutura de bambus advém do projeto social Bambuzeria Cruzeiro do Sul, de Minas Gerais, liderado por Lúcio Ventania, mestre bambuzeiro de reconhecimento internacional, e um grupo de 30 jovens de comunidades de baixa renda. Para Lúcio, o convite da Nestlé foi um desafio recebido com muito orgulho. “Esta é uma obra para ser reconhecida como patrimônio histórico, pois foi feita com o coração”, comenta Ventania.

Para Alexandre Costa, Diretor de Regionalização da Nestlé Brasil, a transferência da Regional Sudeste de São Paulo para Minas Gerais, em 2010, foi um marco para a Nestlé entender os hábitos mineiros sob aspectos culturais e sociais. “Essa proximidade nos deu a oportunidade de aprender que o melhor local para que a Nestlé e o consumidor mineiro estejam juntos é a cozinha”, comenta o executivo. Desde então, a valorização da culinária mineira alinha todas as iniciativas da empresa no Estado, começando pela campanha de comunicação A cozinha está no coração do mineiro e é na cozinha que a gente se encontra, lançada em 2010.

Os cursos são gratuitos e terão início no mês de setembro. As inscrições devem ser feitas na própria Cozinha Escola e as aulas acontecerão todas as terças, quintas e sábados. O Mercado Central fica localizado na Av. Augusto de Lima, 744.

A Nestlé em Minas Gerais

A Nestlé está presente em Minas Gerais por meio de diversas ações e investimentos na região. Este ano, foi a apresentadora do evento Comida di Buteco em Belo Horizonte, pelo segundo ano consecutivo, e levou para o concurso a sobremesa oficial Doce de Colher Moça, servido nas versões Doce de Leite, Chocolate e o lançamento Moça Cremoso. A Nestlé também realizou a contagem regressiva oficial do Comida Di Buteco 2011, com a instalação de um relógio na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte.

Sob o aspecto dos negócios, o Estado de Minas Gerais é um dos principais pólos de captação de leite para a empresa e é extremamente representativo para outras unidades de negócios, como Nestlé Waters (águas) e a Unidade de Cafés, uma vez que a região está entre as maiores exportadoras desses grãos para a Nestlé no mundo.

A Nestlé está presente em Minas Gerais desde 1964, quando inaugurou sua primeira fábrica no Estado, no município de Ibiá. Ao longo das décadas seguintes, a empresa ampliou sua presença na região e incorporou a cultura mineira e suas tradições ao desenvolvimento dos negócios, criando projetos e ações específicas para atender o consumidor local.

A companhia opera atualmente com cinco fábricas no Estado – localizadas nas cidades de Ibiá, Ituiutaba, Montes Claros (onde é fabricado o tradicional Leite Moça), Teófilo Otoni e São Lourenço. Seguindo sua estratégia de Regionalização, iniciada em 2003, a Nestlé transferiu sua regional Sudeste, anteriormente localizada em São Paulo, para Belo Horizonte, em 2010, tendo como objetivo viabilizar e acelerar as estratégias de negócios e de marketing específicos para o Estado de Minas Gerais.

Restaurante Manu é eleito a melhor Cozinha Contemporânea de Curitiba


Com apenas sete meses de história, o empreendimento comandado pela chef curitibana Manu Buffara conquistou os curitibanos e foi premiado pela Revista Veja Curitiba

Na noite desta quinta-feira (25), a Revista Veja Curitiba promoveu o lançamento de mais uma edição da Veja Curitiba Comer & Beber, um especial anual que premia os grandes nomes da gastronomia da capital paranaense. Dentre os 32 premiados está o Restaurante Manu, comandado pela badalada Chef Manu Buffara, vencedor da categoria “Cozinha Contemporânea” com mais de 60% dos votos.

Inaugurado no último mês de janeiro, o Restaurante Manu foi inspirado em alguns dos estabelecimentos gastronômicos mais premiados do planeta, entre eles o dinamarquês Noma e o restaurante francês Le Chateubriand, e passou a difundir técnicas de preparos contemporâneos no Estado do Paraná. “O prêmio é uma prova de que estamos no caminho certo. Com apenas sete meses, o restaurante conquistou um público fiel, que valoriza e aprecia a nossa gastronomia. Desta maneira, com muita dedicação e carinho, estamos contribuindo para a modernização e aprimoramento da cozinha paranaense”, comemora a chef Manu Buffara.

Para a profissional, o fato do Restaurante Manu trabalhar com o conceito do menu degustação, uma sequência de pratos servidos em porções menores, prática muito comum em restaurantes da Europa, contribuiu diretamente para o sucesso imediato do empreendimento. “O menu degustação, que conta com opções de quatro, seis e oito preparos, permite que o cliente conheça o restaurante profundamente, saboreando um número maior de pratos. Sendo assim, conseguimos fazer com que os clientes tenham uma verdadeira imersão em nossa cozinha, tendo diversas experiências gastronômicas em uma mesma noite”, completa a chef.

Sobre a chef Manu Buffara

Formada em Chef de Cuisine - Restaurateur e Administração Hoteleira pelo Centro Europeu e pelo Corso Professionale de Cucina – ICIF, em Costiglioli D´Asti (Itália), Manu Buffara trabalhou em alguns dos principais restaurantes da Itália, entre eles o Ristorante Gualtiero Marchesi, o Ristorante da Vittorio e o Ristorante Guido, todos consagrados com as tradicionais estrelas Michelin.

Além das experiências no continente europeu, Manu conta com passagens por restaurantes norte-americanos, entre eles o famoso Alinea, do chef Grant Achatz, em Chicago; atuou como Chef Corporativa da Rede de Hotéis Deville durante três anos; e foi eleita, em 2007, chef revelação do ano pela Revista Gula. Atualmente, além de comandar o Restaurante Manu, a profissional leciona nos cursos de gastronomia do Centro Europeu, uma das principais escolas de profissões da América Latina.

Serviço
Restaurante Manu
Endereço: Alameda Dom Pedro II – 317 – Bairro Batel
Horário de funcionamento: das 20h às 24h
Capacidade: 30 pessoas
Informações: (41) 3044-4395 ou www.restaurantemanu.com.br